Postagem fixa

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sábado, 7 de maio de 2016

Uma certeza: não passarei nessas provas discursivas

Publicado originalmente em um grupo do Facebook:

Caros amigos,

Nos últimos dias meus poderes extrassensoriais revelaram muita gente desesperada de ansiedade sobre passar ou não nessas provas discursivas de Advogado da União.

Muitos estão desapontados, comparando os espelhos com o que escreveram e achando que não vai dar.

Então, segue uma história para vocês.

Quando fiz as discursivas da AGU, saí do último período de provas com uma única certeza: não tinha sido dessa vez.

Eu pensava assim: até me esforcei, já fiz muito em conseguir me "infiltrar" nessa prova discursiva em meio aos doutos verdadeiros, mas realmente não vai dar.

Faltou muito.

Tantas coisas que eu não sabia, tantas coisas que alguns colegas estão dizendo que colocaram em suas provas e que nem passaram pela minha cabeça.

Fiz a prova na Av Raja, em BH, e de lá fui direto ao Supermercado Verdemar, peguei duas pizzas caseiras, um pote de sorvetes, coca zero para contrabalancear a equação calórica (claro!) e fui para a casa da minha mãe (eu morava em Juiz de Fora e segui a viagem de volta só no dia seguinte).

Chegando lá, tive que responder a pergunta óbvia: "e aí, como foi"?

E dei minha resposta mais honesta: "percebi que preciso estudar ainda muito, minha prova ficou muito incompleta, errei muitos pontos e teve muita coisa que eu não fazia ideia. Mas não tem o que fazer. É seguir estudando porque essa estrada é realmente muito complexa, árdua, tensa e interminável".

Em seguida, afoguei as mágoas entre as calabresas e bacons da pizza e depois variando entre os três sabores do Napolitano, que me apresentavam três maneiras diferentes de entender porque eu não passaria naquela prova.

No dia seguinte cheguei à minha realidade super conformado de que precisaria lidar com ela por mais um bom tempo. Era o que tinha para o momento.

Pois bem.

Minha previsão estava equivocada e excessivamente exigente. Mais exigente que o próprio CESPE.

E não é que deu? Ainda saltei umas 130 posições na classificação, o que eu não esperava nem no mais otimista dos meus pensamentos otimistas. E alguns meses depois estava devidamente nomeado.

O recado é: é difícil, mas não esmoreçam e desencanem dessa inquietação que não leva a nada.

Avancem, mantendo os estudos, porque a prova oral virá breve demais e o estudo nunca se perde.

Se você sabe qual é e quer mesmo o seu objetivo, não importa muito o tamanho ou os percalços do caminho. Ele vai chegar.

Tirem uns dias (poucos) de descanso e depois sigam estudando como nunca. A prova oral deve contar com a presença ilustre de, quem sabe, 90% de vocês. É mais provável estar nela, do que fora.

Ou seja: consolem-se ao menos com as probabilidades, que estão muito mais ao seu favor do que contra.

AVANTE!